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Matvei Safonov: o inesperado herói do PSG que protagonizou uma noite histórica em Doha

- Matvei Safonov: o inesperado herói do PSG que protagonizou uma noite histórica em Doha
Associated Press

A final da Copa Intercontinental de 2025, disputada no Ahmad bin Ali Stadium, em Doha, ficará para sempre marcada na história do Paris Saint-Germain — e principalmente na memória de um jogador que, até então, poucos conheciam. O guarda-redes russo Matvei Safonov, de 26 anos, foi o grande nome da decisão frente ao Flamengo, defendendo quatro penáltis seguidos na disputa e sagrando o PSG campeão por 2-1 nos penáltis, após empate 1-1 no tempo regulamentar e na prorrogação.

Uma oportunidade inesperada

Safonov não era a primeira opção para a baliza do PSG naquela partida. O guarda-redes titular, Lucas Chevalier, estava em processo de recuperação de uma lesão no tornozelo e, apesar de ter sido convocado, deixou espaço para que Safonov assumisse o desafio. Até então, o russo tinha sido pouco utilizado ao longo da temporada — uma surpresa na escalação preparada pelo treinador Luis Enrique que acabou a revelar-se decisiva.

Uma final de altos nervos

O jogo começou com o PSG a adiantar-se no marcador por intermédio de Khvicha Kvaratskhelia, mas o Flamengo reagiu e chegou ao empate com um penálti convertido por Jorginho. A partida manteve-se equilibrada e intensa até ao final da prorrogação, forçando uma dramática disputa por penáltis. Foi aí que a noite de Safonov se transformou em lenda.

No desempate, o guarda-redes russo brilhou: defendeu quatro das cinco tentativas dos jogadores do Flamengo — incluindo coberturas de Saúl, Pedro, Léo Pereira e Luiz Araújo — e assegurou o troféu para o Paris Saint-Germain, que conquistou o seu primeiro título mundial neste formato.

A exibição que poucos esperavam

As defesas consecutivas de Safonov não só garantiram o triunfo, mas também colocaram o russo num patamar de elite entre guarda-redes em decisões memoráveis. A sua performance recordou feitos históricos de guarda-redes lendários que marcaram grandes finais europeias e mundiais.

Dor e glória em simultâneo

A exaltação pelo desempenho foi ainda mais impressionante quando se soube que Safonov sofreu uma fratura na mão esquerda durante a própria final. Apesar do contacto doloroso e da lesão, o guarda-redes continuou na partida e foi fundamental na conquista do título. O Paris Saint-Germain confirmou que o jogador será reavaliado nas próximas semanas e deverá regressar aos relvados apenas em 2026, após recuperação.

Um feito para a história do PSG

Além de ter conquistado a Copa Intercontinental, o PSG vive um ano de enorme sucesso: já levantou troféus nacionais e continentais ao longo de 2025, incluindo a Champions League. A vitória em Doha coroou uma temporada que ficará para sempre gravada nos anais do clube francês.

O impacto global do feito

Do outro lado, o Flamengo viu-se muito perto de um feito inédito no futebol mundial, mas acabou por ficar com o vice-campeonato — título que já sucedera em 2019. Independentemente do resultado, a final ficou marcada por um dos momentos mais épicos da carreira de Safonov e do próprio PSG, que agora soma mais um troféu histórico ao seu impressionante palmarés recente.

A noite de Doha provou que, no futebol, a determinação e a coragem podem transformar um jogador “reservista” num herói absoluto — e que nem todas as lendas se escrevem só com o tempo; algumas nascem numa noite inesquecível.

Yan Santanna é um craque quando se trata de criar palpites e sugerir prognósticos de resultados para jogos de futebol. Apaixonado pelo desporto rei, compartilha análises e dicas que transformam a experiência de apostar num verdadeiro espetáculo.