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Roberto Martínez analisa vitória de Portugal sobre a Eslovénia

- Roberto Martínez analisa vitória de Portugal sobre a Eslovénia

Declarações do treinador

O treinador da seleção portuguesa, Roberto Martínez, concedeu uma entrevista à Sport TV após a emocionante vitória sobre a Eslovénia nos penáltis. Partilhou algumas considerações sobre o desempenho da equipa e as escolhas estratégicas durante o jogo.

O confronto

Portugal teve muitas oportunidades e uma exibição de grande nível. “Tivemos muitas oportunidades e jogámos muito bem. Se não marcarmos primeiro, o jogo fica difícil. A relva não ajudou a equipa com bola, os nossos ataques, mas tivemos muita bola. Foi uma oportunidade para mostrar paixão, para mostrar que soubemos sofrer. Os ‘oitavos’ são o início do Europeu e os nossos adeptos merecem celebrar”, afirmou.

Diogo Costa

Diogo Costa foi o destaque da partida: “O segredo de Portugal é o Diogo Costa. O guarda-redes mais oculto do futebol europeu entrou num patamar diferente. A defesa dele no um para um com o Sesko é incrível. E depois fez três defesas consecutivas nos penáltis. Podemos estar orgulhosos”.

Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo também teve uma noite de altos e baixos: “O Ronaldo errou um penálti, mas depois foi decisivo para iniciar a nossa caminhada no desempate. É o nosso capitão e mostrou que há momentos difíceis e que temos de nos agarrar como grupo quando as coisas não correm bem”, reconheceu.

Mais tarde, na sala de imprensa, Roberto Martínez voltou a mencionar o jogador: “O Ronaldo já jogou seis Euros. Falhou um penálti, mas tinha de ser ele o primeiro marcar no desempate. Tinha de ser ele. Ele reagiu e temos muito orgulho nele”.

O futuro

Sobre o futuro no Euro, reafirmou-se o compromisso com as vitórias: “Hoje foi uma vitória dos apaixonados e queremos dar muitas mais”, afirmou.

Substituições

Sobre as substituições durante o jogo, Martínez explicou: “O estado da relva motivou as mexidas. Não ajudou a equipa. Não era rápida e não era estável. O jogo interno com o Vitinha e o Bruno não funcionava com o risco que precisávamos. A ideia era dar largura e frescura, o Chico podia fazer isso. Para ter o Diogo Jota saiu o Vitinha, porque não tínhamos condições para o jogo interior e decidimos arriscar de outra forma. O penálti ganho pelo Jota é um exemplo. Queríamos também aproveitar e energia que o Nelson Semedo podia levar. Olhando para trás, acho que foi uma boa decisão ter mudado oito jogadores no onze inicial contra a Geórgia”.

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